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A vida dos Cupins

A vida dos Cupins

Os cupins formam uma sociedade altamente organizada e passam a maior parte do dia trabalhando em seu ninho. “A população de um cupinzeiro pode chegar a milhões de indivíduos e está dividida em três castas básicas: casal real, soldados e operários”. Cada uma dessas castas tem uma função bem específica na vida da colônia, como a gente mostra nestas páginas. Essas funções são mais ou menos as mesmas nas quase três mil espécies de cupins conhecidas no mundo. Por volta de 300 delas são encontradas no Brasil, sendo que a espécie Coptotermes gestroi é uma das mais comuns.

A vida dos cupins e a sua existência já vem de anos e anos, esses pequenos insetos habitam na Terra há muito mais tempo que o homem. Já foram encontrados restos de fossilizados de cupins com 55 milhões de anos. Ao contrario do que se possa imaginar eles não se alimentam só de madeira, mas também de plantas e fungos. Por isso, exercem um papel importante na decomposição da matéria orgânica, contribuindo para deixar o solo mais fértil. Os tipos de ninho variam de uma espécie para outra, sendo os mais comuns subterrâneos, os arborícolas (construído em galhos e troncos de árvores). Os em madeiras e os ninhos de montículo, que ficam no solo e podem ser vistos em pastagens.

Famílias:

Rhinotermitidae
Kolotermitidae
Termitidae
Mastotermidae
Termopsidae
Serritermitidae
Hodotermitidae
Essas famílias são classificadas em três grupos de forma nidificação e hábito alimentar:

  • Homivoros: Forma de espécies que destroem ninhos no solo e se alimentam especificamente de húmus, indivíduos da família Termitidae.
  • Arborícolas: Espécie da família Kalotermitidae que fazem seus ninhos em árvores e em troncos podres.
  • Xilófagos: Vivem em troncos de árvores e madeiras em geral, sendo espécies da Família Kalotermitidae.

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