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Desentupidora em Abraão (Florianópolis)

Desentupidora em Abraão em Florianópolis

A Empresa Desentupidora em Abraão em Florianópolis da dicas sobre a Lei 9.605 prevê pena de um a quatro anos de reclusão e multa; especialista explica riscos da lama bentonítica e como fazer o serviço e descarte da substância de forma correta

“A empresa deve estar com toda a documentação necessária em dia e atuar apenas com profissionais treinados e qualificados”

A Empresa Desentupidora em Abraão com serviços de Sucção de lama de perfuração ou esgotamento de lama bentonítica. Embora pareçam enigmáticos, os termos são técnicos e dizem respeito aos serviços de drenagem de alagamento e de limpeza de locais após enchentes, informa Gleison Pinheiro, diretor da PUMJIL, empresa que presta serviços de uma Empresa desentupidora de esgoto em Abraão

Pinheiro explica que, também conhecida como lama de perfuração, a lama bentonítica é um fluido composto por água e bentonita, nome genérico da argila composta de mineral silicato hidratado de alumínio. 

“O descarte incorreto de resíduos de lama bentonítica é considerado crime ambiental. Isso porque, quando descartada em grande quantidade no meio ambiente, sem tratamento, a substância pode causar a morte de plantas e animais. Além disso, o descarte em locais não apropriados pode gerar multas altíssimas para os responsáveis”, esclarece.

Com efeito, a Lei 9.605, de fevereiro de 1998 discorre sobre as sanções penais e administrativas a serem aplicadas a pessoas com condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Segundo o texto, “causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora, configura crime ambiental”. Como pena, o condenado pode pegar de um a quatro anos de reclusão e multa. 

“É necessário prestar a máxima atenção a esse fator, pois os dejetos podem contaminar o solo e o lençol freático, provocando danos irreparáveis ao meio ambiente”, complementa.

Construtoras devem agir com responsabilidade socioambiental

O especialista explica que o esgotamento de lama bentonítica é um serviço solicitado, sobretudo, pelo setor de construção civil. “Para além do cuidado com o meio ambiente, ao adotar um comportamento responsável, construtoras e outras empresas da área ganham a admiração e o respeito dos consumidores”.

De fato, um estudo da agência de pesquisa norte-americana, Union + Webster, divulgado pela Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) demonstrou que os brasileiros dão preferência a empresas com compromisso socioambiental.

Segundo a análise, 87% dos entrevistados preferem produtos e serviços de empresas sustentáveis. Para 70% dos participantes, inclusive, não há problema em pagar um pouco mais por isso.

Prestadora de serviço deve ter licenças ambientais

O diretor da PUMJIL explica que os órgãos responsáveis pela fiscalização variam de acordo com cada cidade. Em São Paulo, por exemplo, uma Empresa desentupidora em Abraão deve ter licenças da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis).

Além disso, acrescenta, é exigida a licença do Centro de Vigilância Sanitária e alvará de funcionamento da Prefeitura Municipal de São Paulo para atuar com o serviço de esgotamento de lama.

Serviço exige equipamento adequado de uma boa Empresa Desentupidora em Abraão

Segundo Pinheiro, para realizar a drenagem de alagamento com segurança, é necessário acionar uma empresa especializada e que utilize todos os equipamentos necessários. “O trabalho exige que a empresa desentupidora em Abraão tenha uma frota de caminhões a vácuo nova, com opções de até 20m³. Além disso, a empresa deve estar com toda a documentação necessária em dia e atuar apenas com profissionais treinados e qualificados”.

De acordo com o especialista, com a evolução das técnicas, hoje em dia as empresas do ramo já têm à disposição caminhões cada vez mais precisos, com mangueiras potentes, capazes de sugar rapidamente os resíduos.

O diretor da PUMJIL empresa Desentupidora em Abraão reafirma que a empresa contratada para conduzir o serviço de limpeza de enchentes e drenagem de alagamento deve fazer o descarte dos resíduos apenas nas estações de tratamento adequadas, de acordo com as leis ambientais. “Além de prestar um serviço de qualidade, a empresa desentupidora em Abraão deve atuar com responsabilidade socioambiental, demonstrando, assim, seu total compromisso com a população e com o meio ambiente”.


Para mais informações, basta acessar: https://pumjil.com.br/

História da Cidade de Florianópolis

Os Primeiros Habitantes de Florianópolis SC

A história da presença humana na Ilha de Santa Catarina data de aproximadamente 4.500 anos atrás e está intimamente ligada à cultura dos sambaquis.

Sambaqui é uma palavra de origem tupi-guarani, que significa “monte de conchas” e designa os sítios arqueológicos formados por depósitos de cascas de moluscos como ostras e berbigões.

Os construtores de sambaqui, ou sambaquieiros, eram pescadores sedentários e coletores. Esses primeiros grupamentos humanos se alimentavam basicamente de peixes, moluscos, crustáceos, vegetais e pequenas caças. Eles acumulavam as cascas dos moluscos e restos de outros alimentos, às vezes por gerações.

Por viverem próximos ao mar, esses grupamentos chegavam a morar em cima desses sambaquis, pois eram lugares secos, livres de animais peçonhentos e ideais para se avistar o mar e o entorno das moradias.

O sambaqui mais antigo foi encontrado na localidade Pântano do Sul. Por volta do século XIV, duzentos anos antes da chegada dos europeus, vieram os Carijós. Divididos em várias tribos e aldeias, ocuparam a maior parte da área litorânea. Os Carijós eram excelentes ceramistas e já conheciam a agricultura.

Plantavam a mandioca e produziam farinha, além de cultivar espécies de milho, inhame, algodão, amendoim, pimenta, tabaco e cabaça. Receberam os brancos com grande cordialidade e curiosidade, não manifestando qualquer hostilidade.

Por isso é que mais tarde foram aprisionados pelos portugueses e vendidos como escravos nos mercados de São Vicente e na Bahia de Todos os Santos.

Nomes de algumas regiões florianopolitanas, como Pirajubaé, Itaguaçu e Anhatomirim, são alguns dos referenciais históricos deixados por eles. Meiembipe, ou “montanha ao longo do canal” e Yjurerê-Mirim, ou “boca pequena”, eram denominações que os Carijós usavam para chamar sua terra.

O gradual extermínio destas tribos indígenas no litoral catarinense começou a acontecer no final do século XVII, devendo-se à escravidão e à fraca resistência às doenças trazidas pelos europeus, tais como gripe, sarampo, varíola, tuberculose, etc. Apesar dos esforços dos missionários jesuítas espanhóis e portugueses para salvá-los, aos Carijós restou um último papel: o de escravos dos europeus nos engenhos que aqui começavam a ser instalados.

A Desentupidora em Abraão comenta sobre a Fundação do Povoado em Florianópolis

Os primeiros colonizadores a se instalarem na Ilha de Santa Catarina foram náufragos e desertores de algumas expedições marítimas.

Entretanto, a fundação da cidade propriamente dita só foi ocorrer em 1675. Foi neste ano que chegou à ilha o bandeirante Francisco Dias Velho, que além de impulsionar o surgimento do povoamento, acabou tendo um fim trágico, digno de um filme de aventuras. Com Dias Velho vieram sua esposa, cinco filhos, outra família agregada, dois padres da Companhia de Jesus e mais 500 índios domesticados.

O bandeirante, natural da Capitania de São Vicente (atual Santos-SP), é descrito por algum historiadores como um impiedoso caçador de índios, mas o traço mais palpável de sua personalidade era a coragem de desbravador em uma terra cobiçada por piratas de várias nacionalidades. O fundador já trazia informações sobre a existência de um pequeno comércio realizado no local onde seria instalada a cidade e sobre o espírito pacífico dos indígenas.

O primeiro passo foi a construção de uma pequena igreja onde hoje está a Catedral de Florianópolis, contando com a proteção de Santa Catarina. Em seguida foi escolhida a melhor região para a vila, começando a construção de casas e iniciando-se o plantio de novas culturas.  

A Trágica sina de Dias Velho

Porém, a determinação de Dias Velho em proteger sua terra foi determinante para o seu fim trágico. Um navio pirata vindo do Peru e comandado por Robert Lewis atracou em Canasvieiras com um carregamento de prata em seus porões. Em pouco tempo, Dias Velho conseguiu expulsar os corsários, ficando com o carregamento do navio. No entanto, o comandante pirata concretizou sua vingança um ano mais tarde. Lewis retornou, recuperou sua carga de prata, violou as três filhas virgens do fundador e o matou. Com isso, a família do bandeirante e todos os seus acompanhantes retornaram a São Paulo, não sem antes concluírem a construção da capela.  

A Desentupidora em Abraão traz informativos sobre a Vila de Nossa Senhora do Desterro

Depois da morte de Dias Velho, a Ilha permaneceu abandonada por alguns anos. Mas a necessidade de povoamento da região, para garantia de seu domínio, era uma preocupação dos portugueses. Florianópolis não passava de um povoado com 27 casas. O nome da localidade era Nossa Senhora do Desterro; a elevação à condição de freguesia aconteceu em 1714 e à categoria de vila em 1726. Nessa época, alguns paulistas tiveram autorização para ocupar o estado. Contudo, na Ilha, a preocupação permanecia insignificante. Esse quadro só foi se alterar substancialmente cerca de 20 anos mais tarde, com a chegada dos colonizadores açorianos.  

A Desentupidora em Abraão comenta sobre a Colonização Açoriana

A Coroa Portuguesa criou a Capitania Subalterna de Santa Catarina em 1738, passando sua vinculação de São Paulo para o Rio de Janeiro. Mas foi no período compreendido entre 1747 e 1756 que a ocupação da Ilha realmente tomou impulso. Os constantes abalos sísmicos nas ilhas do arquipélago dos Açores, em Portugal, bem como a superpopulação, serviram de estímulo para que cerca de cinco mil imigrantes açorianos fossem levados a colonizar a Ilha e o litoral catarinense. Os primeiros imigrantes a desembarcar instalaram-se na rua próxima à Igreja, que hoje é denominada Rua dos Ilhéus em sua homenagem. Aos poucos foram sendo criadas as primeiras freguesias, como a de Nossa Senhora do Rosário da Enseada do Brito, esta última no continente, em frente frente ao sul da Ilha.

A Desentupidora em Abraão comenta sobre o desenvolvimento do Centro

O acesso ao interior da Ilha era difícil e, por conta disso, o centro urbano se desenvolveu junto à parte mais próxima do continente. A agricultura de subsistência foi a primeira atividade desenvolvida pelos colonizadores, com ênfase na cultura da mandioca, que mais tarde iria atender em pequena escala ao mercado externo. A classe mais poderosa da época era a dos militares e, devido à sua presença no então Porto de Desterro, foi necessário importar roupas, alimentos e objetos de consumo para atendê-los. Assim, surgiu próximo ao porto um pequeno centro comercial para venda de alimentos e produtos artesanais feitos pelos moradores.  

A Caça às baleias

As baleias eram visitantes constantes do litoral da Ilha e, na segunda metade do século XVIII, a Coroa Portuguesa autorizou sua caça. Entretanto, a caça à baleia não representou um incremento ao comércio da região, já que a maioria do produto era enviado a Portugal.

O impulso mais significativo ao Porto de Desterro com a caça à baleia foi a necessidade de abastecimento com água e alimentos a muitos baleeiros norte-americanos, que também aproveitaram para contrabandear escravos. Não demorou muito para que a atividade predatória entrasse em declínio.

O primeiro motivo foi a fuga das baleias para o extremo-sul e, mais tarde, a substituição do óleo animal por querosene e depois por petróleo como fonte de iluminação.

O poder dos militares na região começou a diminuir no início do século XIX, quando passam a prosperar os comerciantes, em sua maioria donos de embarcações comerciais que atuavam através do litoral catarinense.

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